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Caso Vitória Gabrielly está concluído, segundo a polícia: testemunha chave era a pista que faltava

Investigadores da polícia ouviram uma testemunha chave do caso que garantiu a conclusão do caso.

Quem acompanha o MRNews ou o F7News, tem acompanhado a cobertura completa do caso. Em especial, você ficou sabendo antes sobre a prisão dos três suspeitos, Julio Cesar Ergesse, Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges Abrantes. Julio foi o primeiro a assumir que tinha participação na morte da menina.

Entretanto, segundo Julio, ele teria ‘apenas’ compartilhado o carro dos assassinos (Bruno e Mayara), enquanto a menina Vitória Gabrielly foi sequestrada. Só que os exames da perícia não disseram isto. Havia material genético da menina sob as unhas dele. Com isto, ele foi colocado na cena do crime como um agressor. Contra ele também, tem sua própria confissão.

Já contra o casal que foi preso na última sexta (29), existia, até então, as provas eram: o depoimento de Julio e o faro dos cães. Um deles farejou o cheiro de Vitória na chácara do casal e possivelmente o cheiro de Bruno no local da desova do corpo.

Agora, segundo os investigadores, uma testemunha chave foi ouvida nesta terça-feira (3) e com seu depoimento, um dos delegados disse à TV que não há mais dúvidas sobre a motivação e os autores do crime. Sem dar detalhes ou revelar quem seria a testemunha, o delegado disse que esta era a peça que faltava nas investigações.

Motivação do crime no caso Vitória foi mesmo vingança

A polícia não tem mais dúvidas que Vitória morreu por vingança. Entretanto, para piorar a situação da mãe e da família, foi uma vingança que saiu errado. A vingança seria contra outra Vitória num caso de não pagamento de dívida de drogas.

Se você ainda não sabe, Bruno é acusado de ser traficante na região. Ele teria pego a Vitória errada para forçar o pagamento da dívida de drogas. Ao descobrir que a menina foi pega por engano, deu cabo à vida da moça. A crueldade portanto, foi apenas para ver a menina morrer. Não há outro motivo.

O casal e Julio tiveram suas prisões preventivas decretadas e foram indicados já pelo crime. Este foi, sem dúvidas, o caso mais difícil e intrigante, além de cruel, vivido no Brasil neste ano. A polícia ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

 

TV MRNews

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R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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