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Caso Vitória Gabrielly: dois meses depois da morte de menina, caso ainda não foi 100% esclarecido

Juiz que aceitou o indiciamento dos suspeitos, falou em 'crueldade extrema' e motivação pífia.

O caso Vitória Gabrielly sumiu dos noticiários, depois que três dos suspeitos foram presos. Júlio César de Lima Ergesse, Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges Abrantes,  foram indiciados e ficarão presos até o julgamento, na penitenciária de Tremembé, em São Paulo.

O casal e o ajudante de pedreiro são acusados de matarem a menina Vitória Grabielly com requintes de crueldade e com motivação pífia. Vitória teria sido morta por engano, no lugar de outra menina e por dívida de drogas.

Além disto, o casal teria raptado a menina, mantido-a em cárcere e Bruno e Júlio César foram até o local da desova do corpo e ali, matado a menina. Júlio, aliás, teria sido o executor do crime. Entretanto, pouco ainda se sabe sobre o mandante do crime.

O crime foi esclarecido após o surgimento de uma nova testemunha, chamada ‘Gama’ que teve sua identidade preservada. Ela revelou que o mandante do crime seria um traficante, chamado Bryan.

Juiz aceita indiciamento da dupla e fala em ‘periculosidade acima da média’

Em determinação, o juiz que definiu a prisão do casal e de Júlio Cesar disse que a motivação seria pífia e que a periculosidade dos envolvidos é ‘acima da média’.

Juiz destacou que menina Vitória era uma 'adolescente frágil' e que os acusados possuem 'periculosidade acima da média' (Foto: Reprodução)

Quem é o mandante do crime de Vitória Gabrielly?

Recentemente a polícia revelou que o inquérito estava encerrado e que já se conhecia a autoria do crime, os mandantes e o motivo. O mandante seria um traficante, vulgo Bryan ou Nicolas, os executores Julio Cesar (que deu o golpe fatal), Bruno e Mayara. A motivação seria uma dívida de drogas de outra pessoa, ou seja, Vitória foi morta por engano.

A testemunha chave, que está sendo chamada de GAMA, um nome fictício, revelou que devia R$ 7 mil para Bryan e que Bruno e Mayara eram funcionários deste traficante. Eles faziam as cobranças para o fora da lei. A testemunha disse que o casal já era conhecido pela violência.

Bryan pode ser Bruno ou pode nem existir

A testemunha chave não soube precisar onde estava este Bryan. Nem mesmo deu uma descrição mais detalhada. Por conta disto, o inquérito que envolve esta pessoa foi desmembrado do processo principal.

Entretanto isto pode enfraquecer a participação do casal. Tudo porque o que ligava Bruno e Mayara ao crime seria a existência deste traficante que seria o mandante do crime. Se ele não aparecer, o caso pode sofrer uma reviravolta.

A polícia trabalha com a possibilidade que a testemunha tenha ocultado a verdade sobre Bryan, por medo, ou até que não tenha contado que Bryan é Bruno. Ou mesmo que tenha inventado a história, o que complicaria de vez o caso.

Fique atento aqui no MRNews, ative as notificações e acompanhe as novidades do caso de Vitória Gabrielly.  

TV MRNews

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HUGO GONSALVES

Formado em Engenharia Elétrica pela UnB, me especializei em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. hugo.reis@oimeliga.combr

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