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Caso Rhuan: menina que viu irmão ser morto e esquartejado pela mãe no DF, tem destino definido

A irmã de criação de Rhuan Maycon, a criança de nove anos que foi esquartejada pela mãe no DF, já sabe para onde vai.

A criança de 8 anos que foi criada com Rhuan Maycon, 9, já teve seu destino selado. Em um dos crimes mais brutais que o Brasil já viu, o garoto foi morto pela própria mãe na cidade-satélite de Samambaia Norte, no DF e com ajuda da companheira da mulher.
O destino da menina, que presenciou toda a cena, até então era uma grande incógnita. Com quem ficaria a criança? Pois bem, neste último sábado (15), a história da menina começa a ter um final feliz. É que o pai da menina, um servidor público de 29 anos, que mora no Acre, assim que descobriu a barbárie, buscou reaproximação com a criança.
O homem, entretanto, tomou a decisão, logo depois de ouvir a própria filha lhe pedir para ir com ele para sua cidade.   Para o pai, a mudança representou uma grande vitória. Depois de cinco anos procurando pela pequena, ele vai finalmente conseguir reunir a família.

Pai já buscava contato com a filha há 5 anos

Segundo o próprio homem, ele já tentava contato com a menina há cerca de 5 anos, mas não era possível. “Infelizmente, aconteceu em meio a essa tragédia. Mas depois de todo o trabalho e apoio que consegui no Distrito Federal, minha filha aceitou vir comigo de novo. Depois de tudo o que ela passou, eu só quero dar todo o amor e carinho que ela merece”, disse.
Desde a barbárie cometida pela ‘mãe’ Rosana Auri da Silva Candido, 27, e por sua companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, no dia 31 de maio, a menina estava em um abrigo. Assim que o homem descobriu que se tratava de sua filha, ele veio logo buscá-la. Entretanto, segundo a conselheira tutelar ouvida pelo Correio Braziliense, é necessário um período de adaptação, para que a menina pudesse ‘aceitar’ o pai.
“Nós precisamos trabalhar a questão do vínculo afetivo dela com o pai. Além das visitas diárias, proporcionamos passeios externos”, explica a conselheira tutelar Cláudia Regina Carvalho. Assim que a criança se mostrou pronta, o pai pode seguir para dar um novo destino na vida da pequena.

TV MRNews

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R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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