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Caso Rayane: após prisão, delegado diz que suspeito não tem arrependimento é frio e calculista

Para o delegado Rubens José Ângelo, Michel Flor da Silva é frio, calculista e não demonstra arrependimento

O caso da menina Rayane Paulino está esclarecido, segundo o delegado Rubens José Ângelo, responsável pela prisão e pelo caso da jovem desaparecida desde o dia 20. Rayane desapareceu após ir a uma festa rave nesta data e só foi encontrada no último domingo (28), seminua e com um cadarço de bota envolvo em seu pescoço. Entretanto, foi a existência de uma testemunha-chave que elucidou o caso.

Um motorista de aplicativo, que já havia dado o seu depoimento, foi peça fundamental para que a jovem tivesse sua história de terror revelada. O motorista disse que viu uma jovem andando na rodovia, nas proximidades de onde desapareceu.

Ele a viu e ofereceu uma carona. A jovem disse que estava indo para Mogi das Cruzes, mas, como o motoristas estava indo para Guararema, ele lhe deu uma carona até a rodoviária da cidade, para que, após às 5 hs da manhã, quando tivesse ônibus para sua cidade, ela poderia voltar para a casa. O depoimento da testemunha ainda revelou que ele achava que ela fosse maior de idade e, portanto, não deu muita atenção ao caso da jovem.

Com a história revelada, a Polícia seguiu para a rodoviária, pediu as imagens das câmeras e mais um passo foi dado rumo à resolução do caso. Um suspeito foi identificado. Era Michel Flor da Silva, 28, um segurança terceirizado de uma empresa de ônibus da cidade, lutador de artes marciais. Ele foi o último a ser visto com Rayane. Entretanto, o homem não pode ser preso antes, justamente por conta da lei eleitoral.

Após a prisão, o homem acabou confessando e contando como foi o crime. Em sua versão, não houve estupro e sim sexo consensual com a menina. Ela teria surtado após a relação e dito que seu pai era policial e o mataria. Teria sido aí que o homem, temendo ser morto, matou a menina, dando-lhe um mata-leão e depois, enforcando-a com o cadarço da bota que ela usava.

Para o delegado do caso, Dr. Rubens, entretanto, Michel é um homem frio, calculista e sem arrependimento. Como ele é bombeiro civil, ele usou seus conhecimentos de primeiros-socorros para estrangular e medir o pulso da vítima, para ver se ela já tinha morrido. Quando ele lhe aplicou o mata-leão, Michel teria notado que não teria sido suficiente para matar Rayane e, por isto, ele usou o cadarço. Outra revelação é que, Rayane foi desovada, mas não morta no local onde o corpo foi encontrado.

TV MRNews

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R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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