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Caso Daniel: suspeito era conhecido como ‘Juninho Riqueza’ e já tem passagem pela polícia

Segundo apurou o site de notícias UOL, Edison Brittes Júnior era um homem bem de vida e tinha contra si, dois BOs por arma de fogo.

O caso do jogador Daniel Corrêa, que morreu no último final de semana após participar de uma balada em Curitiba, ganha, a todo momento em que as investigações avançam, novos ares. Edison Brittes Júnior, conhecido como Juninho Riqueza, por conta de seus bens materiais, foi preso na última quinta-feira (1º) e acabou confessando o crime em depoimento. Inclusive, o empresário tem colaborado com a Polícia, revelando o ‘modus operandi’ e indicando onde jogou a faca e parte do corpo do jogador que lhe foi arrancada de forma bárbara. O suspeito já havia passado por delegacia duas vezes e é uma pessoa muito bem sucedida.

Juninho fez suas declarações à polícia e continuou preso, mesmo depois da audiência de custódia.

O mesmo acontece com sua esposa, Cristiana, e sua filha, Allana Brittes. As duas também foram detidas de maneira provisória, principalmente por conta do depoimento de uma testemunha, que afirmou que após o crime, ela teria sido coagida pela família.

Juninho Riqueza já tinha contra si dois BOs

Contra si, Edison Brittes já tinha dois Boletins de Ocorrência. O primeiro deles envolvia arma de fogo. O homem dirigia seu veículo quando foi abordado pela polícia e foi identificada uma arma em seu carro. Cristiana Brittes estava com o marido no momento da abordagem.

Neste momento, Juninho mostrou o documento de registro da arma, porém, não possuía o documento de porte, necessário para uso, no caso de transporte do equipamento. A arma estava carregada com 15 projéteis. Também foi visto no veículo um carregador com outros 12 projéteis.

Por conta do fato, Edison ouviu voz de prisão e foi levado à Central de Flagrantes. O homem chegou a dizer que era amigo de policiais. Um deles, tenente da PM, chegou a ir até o local, mas não interferiu no BO.

Já o carrão que o homem dirigia em alta velocidade também foi apreendido. O veículo possuía pendências com os órgãos competentes.

Já em janeiro deste ano, dois disparos teriam sido ouvidos na casa do suspeito de matar Daniel. No boletim, consta que Cristiana relatou um desentendimento com o marido Edison Júnior, tendo sido ameaçada por ele. Os dois negaram os disparos. A polícia não entrou na casa, para fazer a perícia, uma vez que o casal não permitiu que a polícia adentrasse ao local.

TV MRNews

R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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