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Caso Daniel: uma semana após a morte do jogador, o que já se sabe sobre o crime

Uma semana após o assassinato de Daniel Corrêa, jogador do São Paulo que estava emprestado para o São Bento, a imprensa já abordou diversos pontos de vista, entretanto, alguns deles são apenas parte de um todo, visão de apenas um dos lados ou especulações sobre o processo. As investigações continuam e ainda não houve o indiciamento dos suspeitos, justamente por conta do processo ainda não estar concluído.

O site UOL, fez um apanhado de tudo que se sabe até agora e o que é apenas uma versão de uma das partes.

Edison Brittes, o ‘Juninho Riqueza’ assumiu que matou Daniel

Edison confessou à Polícia que matou o jogador Daniel e, inclusive tem ajudado a polícia na reconstituição do crime.

O corpo do jovem foi encontrado em um matagal próximo a casa do suspeito, no município de São José dos Pinhais, quase decapitado e com as partes íntimas decepadas. Juninho, inclusive, indicou onde jogou a faca e o órgão da vítima. A faca e o genital do jogador foram encontrados.

A defesa de Juninho revelou ainda que a versão oficial, que valerá para os autos será dada pelos três, Allana, Cristiana e Edison, na próxima segunda-feira (5).

Allana e Edison interagiram com a mãe de Daniel após o crime

Esta versão partiu da parte do jogador Daniel. Amigos e a própria mãe, por meio do advogado da família, revelaram que os dois entraram em contato com a mãe de Daniel para se compadecer e oferecer apoio. Edison teria ligado para a mãe para oferecer ajuda e dar os pêsames. Já com relação à Allana, ela teria dissimulado não saber o destino de Daniel, em conversa com a mãe de Daniela.

Tudo isto, após o jovem já estar morto.

Já a defesa revela que, no caso de Edison, ele vai aguardar a conclusão do processo para se manifestar. Já em relação à Allana, ele confirma as mensagens, mas diz que ela apenas queria proteger o pai.

Suspeito já tem ficha policial

Este levantamento foi confirmado pelo site de notícias G1. Juninho tem contra si, dois boletins de ocorrência. O primeiro deles aconteceu quando seu carro foi parado por trafegar em alta velocidade. A polícia fez uma averiguação no veículo e encontrou uma arma municiada. Apesar de Edison ter o registro da arma, ele não tinha o documento para carregá-la e, por conta disto, ouviu voz de prisão e ainda seguiu para a central de flagrantes local. Junto com a arma, também estava um carregador com outros 12 projéteis.

A outra ocorrência aconteceu quando vizinhos relataram terem ouvido disparos na residência da família. A polícia não pôde fazer a perícia no local, pois o casal não permitiu acesso ao interior da casa. A esposa apenas confirmou ter havido um desentendimento com o marido, mas alegou ser ‘coisa de casal’.

Allana disse que conhecia Daniel há pouco tempo

Em um vídeo gravado pelo advogado de defesa, Allana disse que conhecia o jogador há pouco tempo. Entretanto, a investigação da polícia revelou que o jogador esteve na festa de aniversário da jovem, quando ela completou 17 anos. Como Daniel morreu justamente durante a comemoração dos 18 anos de Allana, ela o conhecia, no mínimo, há 1 ano.

Outros suspeitos

A polícia também confirmou que procura outros três suspeitos. Segundo o relato de uma testemunha-chave, no caso, que inclusive relatou que foi coagida pela família, além de Edison, outros três homens ajudaram no crime. Esta versão é testemunhal e não confirmada, ainda, pelo suspeito.

TV MRNews

R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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