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Caso Daniel: mulher de suspeito, Cristiana Brittes, depõe e confirma abuso por parte do jogador

Cristiana Brittes disse que realmente sofreu tentativa de abuso por Daniel e advogado revela que depoimento foi impactante.

Mais uma etapa importante no caso Daniel foi cumprida nesta segunda-feira (5), quando a suposta vítima de Daniel, que está presa por suspeição de participação no assassinato, deu seu depoimento oficial à Polícia. Em sua versão, nada de novo, apenas a confirmação que ela realmente foi atacada sexualmente por Daniel Corrêa, jogador do São Paulo que foi emprestado ao São Bento e estava em recuperação de uma lesão.

Segundo Cristiana Brittes, esposa de Juninho Riqueza, ou Edison Brittes Júnior, ela estava dormindo, completamente bêbada, quando sentiu o jogador em cima dela e com o membro ereto. A situação, a princípio, foi interpretada por ela como um sonho, já que estava com pouca consciência.

Entretanto, quando ela entendeu o que estava acontecendo, ela viu que estava sendo abusada e começou a gritar desesperadamente por socorro. Teria sido por conta de seus gritos que o marido teria entrado no quarto, arrombando a porta e dado início ao espancamento.

Aliás, sobre o que aconteceu com Daniel na casa, o advogado da defesa refuta a ideia de espancamento ou tortura e fala apenas em uma surra por conta do crime cometido. Já o advogado da família, fala sim em tortura e em desonra do nome do jogador, que nunca teve nenhum tipo de conduta que desabonasse seu caráter.

Depoimento de Cristiana Brittes, esposa e suposta vítima de Daniel

Cristiana ficará presa por 30 dias, até a conclusão das investigações e, portanto, não deu entrevistas. Entretanto, por meio do advogado de defesa, suas palavras foram reveladas: “Ela confirma que sofreu um abuso sexual, sem penetração, mas ele [Daniel] esfregava o pênis ereto nela”, afirmou o advogado.

“Ela estava muito embriagada, adormecida, e pensou que fosse um sonho. Viu ele em cima dela e começou a gritar’, revelou Claudio Dalledone Júnior.

O advogado fez questão de esclarecer também que o fato dele ‘se esfregar’ na suposta vítima já caracterizaria um abuso, sem penetração.

A tese da defesa sustenta que a ação, apesar de desproporcional, foi no calor do momento e que Edison agiu em defesa da honra da família.

Já uma testemunha, que foi ouvida hoje, suposta ‘ficante’ de Daniel, disse que ouviu o jogador implorar pela vida e que foi levado no carro da família ainda com vida. Quando questionada como ela saberia que ele ainda vivia, ela contou que ao acreditarem que ele ainda estava vivo, checaram os sinais vitais e ele ainda respirava. A mulher ainda confirmou que, além de Juninho, outros três homens ajudaram a espancar e foram no carro para terminar o serviço com Daniel. Os três já foram identificados, mas não foram ouvidos pela polícia, dada a agenda atribulada do delegado, nesta segunda (5).

TV MRNews

R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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