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Caso Daniel: moto de luxo que Juninho Riqueza usava está em nome de traficante

Uma moto Honda CBR 100 Rr Repsol que foi apreendida na casa de Edison Brittes, estava em nome de traficante, segundo jornal.

Uma moto que foi apreendida na casa de Juninho Riqueza, ou Edison Brittes, o suspeito que confessou ter matado o jogador Daniel Corrêa há cerca de duas semanas, está em nome de uma outra pessoa. Juninho aparece em algumas fotos, sobre a moto e o veículo ainda estava em sua casa. O mesmo foi apreendido pela Polícia e deve desencadear uma nova investigação, para saber qual a relação entre o suspeito e o dono da moto.

Aliás, a poderosa Honda CBR 100 Rr Repsol, já usada por Edison Brittes em um evento exclusivo para motos de corrida, está no nome de um suspeito de envolvimento com tráfico de drogas. A polícia apreendeu a moto nesta sexta-feira (9) e abrirá investigação sobre o caso.

Cabe lembrar que Juninho já tinha passagens pela polícia, principalmente por porte ilegal de armas, mas também por crime contra o patrimônio, ameaça, crime contra a pessoa humana e outros que seguem em segredo de Justiça. O motivo da apreensão do veículo, ainda não foi divulgado pela polícia.

Novidades sobre o caso Daniel

Após um depoimento de seis horas, Juninho Riqueza, deu mais detalhes sobre o crime (assim como novas testemunhas ouvidas). O fato acabou desencadeando uma perícia complementar, segundo o portal RicMais. Policiais retornaram ao local do crime na Colônia Mergulhão para reunir novas provas.

No depoimento das testemunhas, alguns fatos convergiram e contestaram a primeira versão do acusado. Todas elas afirmaram que Juninho saiu por volta das 8h para comprar mais bebidas e que minutos depois foi ouvida a gritaria.

Não se ouviu pedido de socorro de Cristiana, como dito na primeira versão dos suspeitos e nem foi notado qualquer tipo de arrombamento na porta.

Edison também mudou sua versão e disse que entrou no quarto pela janela, mas continuou afirmando que a vítima tentou abusar de sua esposa. Depoimento corroborado por Cristiana que também sustenta a mesma versão.

Já o delegado do caso, Amadeu Trevisan, afirmou estar certo que não houve tentativa de estupro e que o crime foi praticado por motivo banal. O mesmo delegado ainda afirmou que os suspeitos devem ser indiciados por homicídio qualificado (ou seja, com qualificadoras, ou agravantes) e também por coação de testemunhas, já que Edison reuniu testemunhas para combinar a versão dos fatos que seria relatada à polícia. Sobre o fato, o suspeito confirmou, mas disse que só queria proteger os jovens e principalmente um filho de político que estaria envolvido no caso.

TV MRNews

R. HUGO

Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. suporte@oimeliga.combr

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