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Documentário sobre Os Trapalhões mostra discórdia entre humoristas, ‘cala boca’ em Dedé e revolta Renato Aragão

Rafael Spaca, acabou expondo que a relação entre eles era conturbada, com boa dose de ressentimento e divergências artísticas, de um lado, e de arrogância do Dr. Renato

O documentário sobre Os Trapalhões, que está em fase de montagem e que já ouviu várias pessoas que eram próximas de Renato Aragão, não deve agradar o líder do grupo de humor. Tudo porque, segundo informações preliminares de Rafael Spaca, o diretor e responsável pelo documentário, Renato deve ser ‘desconstruído’ neste material.

O material ainda não tem data para lançamento ou estréia, mas, de fato, em reportagem que foi ao ar na RecordTV neste final de semana, deve mostrar que Renato não era uma pessoa muito amistosa, não gostava de ser contraposto e, muito menos, aceitava que alguém aparecesse mais que ele.

Outro ponto que chama muito a atenção, por exemplo, é que todos podiam ‘sofrer’ com as piadas, mas ele, Renato, tinha sempre que se sair bem, ou sair por cima nas piadas. Outro ponto importante: as piadas normalmente faziam críticas a mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e pobres em geral. Aqui cabe a ressalva de que, nos anos 70 e 80, não se havia crítica sobre isto. Ou seja, não existia o ‘politicamente correto’ e tudo ia ao ar, inclusive, na TODA PODEROSA GLOBO.

Relação com os outros Trapalhões era ruim e o dinheiro sempre foi ponto de discórdia

Os Trapalhões iam ao ar em outros tempos, e Didi (Renato Aragão), Dedé (Manfried Sant’Anna), Mussum (Antônio Carlos Gomes) e Zacarias (Mauro Faccio) e Rafael Spaca, acabou expondo que a relação entre eles era conturbada, com boa dose de ressentimento e divergências artísticas, de um lado, e de arrogância e autoritarismo, de outro, entre os três coadjuvantes — Dedé, Mussum e Zacarias — e Renato Aragão, o cabeça inconteste e o único multimilionário do grupo.

Renato, inclusive, era quem ganhava mais e não admitia que alguém pudesse aparecer mais que ele. Em certo momento o ator conhecido como Ferrugem, ainda criança, começou a aparecer nas esquetes da trupe. Uma criança muito engraçada, acabou fazendo muito sucesso e passou a ser muito requisitado para outros trabalhos. O sucesso do jovem, segundo ele próprio, que falou ao documentário, acabou incomodando Renato e acabou sendo.

Spaca ainda sugeriu que Dedé não falou no documentário pois é ajudado financeiramente por Didi e, isto seria uma espécie de ‘cala a boca’. Renato Aragão não se pronunciou, mas se mostrou bastante chateado e já acionou seus advogados para conhecer o conteúdo do documentário.

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Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. [email protected]

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