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Caso Clayton: jurídico do Vasco consultou a CBF antes de contratar o jogador

O Vasco encerrou a discussão sobre o jogador e tranquilizou os torcedores do Vasco sobre o Caso Clayton

Segundo o colunista Lucas Pedrosa da Band, em seu Twitter, o Vasco teria consultado a CBF antes mesmo de contratar o jogador e recebeu o aval da confederação. O presidente do Vasco também cutucou os concorrentes e lembrou que o Vasco não é a Portuguesa.

Lucas Pedrosa @pedrosa
Caso Clayton: o jogador não atuou pelo Atlético-MG. Ele só jogou por Vasco e Bahia. Apesar de ter sido registrado por 3 clubes, só jogou em 2 (máximo permitido). A CBF só conta a partida se o atleta jogar ou for punido (cartão) mesmo no banco. Logo não configura irregularidade.

Entrei também em contato com o departamento jurídico do Vasco, que me garantiu que o clube consultou a CBF na hora da contratação e agora novamente: o jogador tem condições de jogo. Fim de papo.

Fonte: Twitter do jornalista Lucas Pedrosa/Band

Entenda o caso Clayton

Os times da parte de baixo da tabela do brasileiro estariam se mobilizando para tirar pontos e rebaixar o Vasco da Gama, por conta da utilização do jogador Clayton, que teria ‘atuado’ por três times da série A em competições nacionais, o Bahia, o Atlético-MG e o Vasco. As alegações ainda se utilizariam do argumento que o atleta se transferiu para três times.

A verdade é que o Tapetão deve agitar o final do campeonato. Entretanto, o regulamento é claro.

– Entende-se por atuar o ato do atleta entrar em campo para a disputa da partida, desde o seu início ou no decorrer dela ou quando apenado pelo árbitro ou pela Justiça Desportiva.

No caso, Clayton não atuou pelo Atlético-MG. Ele não entrou em campo usando a camisa do Galo, apenas do Vasco e do Bahia. Para ajudar ainda mais o time carioca, ainda há um outro aspecto em relação a transferência que pode ser a salvaguarda do Vasco:

– O retorno de empréstimo não é considerado transferência e não se enquadrará nos limites estabelecidos no parágrafo terceiro do Artigo 13 deste Regulamento.

Entretanto, há quem defenda que ele realmente usou três camisas, já que foi escalado em um jogo do Galo, onde ficou no banco de reservas, apesar de não ter entrado em campo. Cabe lembrar que duas punições conhecidas, nos dois casos, os jogadores ENTRARAM em campo. A verdade é que o Tapetão só complicaria a fase final do campeonato e só serviria para tumultuar a competição.

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Especializado em jornalismo colaborativo pela FTP em nível de pós-graduação. [email protected]

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