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APÓS DESERDAR FILHO ADOTIVO, CID MOREIRA VÊ FILHO BIOLÓGICO TAMBÉM RECLAMAR DE ABANDONO: ‘CACHORRO’

Após filho adotivo de Cid Moreira revelar que foi abandonado pelo pai, outro filho do jornalista e ex âncora de um dos maiores jornais da TV aberta, também relata abandono.

Na tarde da última quinta-feira (15), Rodrigo Radenzev Simões Moreira, filho biológico do jornalista, concedeu uma entrevista para a colunista Fabíola Reipert, exibida no Balanço Geral São Paulo no quadro Hora da venenosa onde falou sobre a relação dele com o pai famoso.

“Entrei com processo de abandono de paternidade, o dinheiro foi consequência do afeto. Como ele vai me dar amor, como ele vai pagar amor? Não tem preço. Ele não quer ser meu pai. Eu perdi o processo e deixei quieto. Não quis mais mexer nessa ferida”, explicou o comerciante.

Cid Moreira e Olga Verônica Radenzev Simões se relacionaram no início dos anos 70, e tiveram Rodrigo Simões: “O Cid e a minha mãe conviveram até quando eu tinha um ano e meio. Minha mãe deixou o Cid, não foi o Cid que deixou a minha mãe”.

“Minha mãe me contou, eu não me recordo, que eu estava aprendendo a andar e derrubei objetos no chão ao puxar uma toalha de mesa. Ela disse que ele me bateu. Ela não suportou isso. É um detalhe que poucas pessoas sabem”, afirmou.

Segundo Rodrigo, após a separação, a mãe ainda chegou a tentar que os dois se reaproximassem mais não obteve sucesso.

“Eu tinha nove anos, e minha mãe tentou uma reaproximação. Nós fomos até um hotel no Rio de Janeiro, ele foi nos visitar e ficou combinado que eu iria no apartamento dele no dia seguinte. No dia seguinte, eu fui, e 10 minutos depois ele saiu. Foi para o estúdio trabalhar e me deixou no apartamento com mulher que também saiu. Fiquei uma tarde inteira sozinho me escondendo de um cachorro”, recordou-se.

Apesar de falta de afeto e carinho, Cid pagou a pensão correta do filho até os 18 anos. “Com a morte da minha tia, nós nos encontramos, e eu criei uma expectativa de poder conviver. Ele até aceitou a princípio, me convidou para ir para o Rio de Janeiro, cheguei lá e ele estava acompanhado de dois advogados. Falei que tinha ido como filho, não inimigo. Ele deu uma desarmada. A gente ficou um tempo conversando e depois fomos almoçar. Depois desse dia a gente marcou uma partida de tênis, mas o advogado dele me ligou falando que não teria aproximação e mandou voltar para São Paulo“.

Diante da situação, Rodrigo tomou a decisão de partir para o processo: “Esse assunto me machuca demais, é parte da minha vida que eu gostaria de enterrar, mas não tem como. Me machuca, não entendo que raiva ele tem de mim. Nunca fiz nada pra ele”, lamentou.

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