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Bradesco Aeternum Visa Infinite perde benefícios, terá mudanças no acesso a salas VIP em 2026 e piora

Bradesco Aeternum Visa Infinite terá mudanças no acesso a salas VIP em 2026; veja o que muda

O Banco Bradesco confirmou oficialmente alterações importantes no benefício de salas VIP do cartão Bradesco Aeternum Visa Infinite a partir de março de 2026.

A principal mudança envolve o fim do acesso gratuito via LoungeKey — programa bastante utilizado por clientes de alta renda para entrada em salas VIP internacionais.

Confira abaixo o que muda na prática.

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📅 Até 19 de março de 2026

O programa LoungeKey continua funcionando conforme as regras atuais:

  • ✅ Acesso gratuito e ilimitado para o titular
  • ✅ Geralmente até 12 convidados por ano sem custo
  • ✅ Entrada em centenas de salas VIP no Brasil e no exterior

Ou seja, até essa data nada muda para os clientes.


🚨 A partir de 20 de março de 2026

Os acessos realizados via LoungeKey passarão a ser cobrados na fatura do cartão.

Isso significa que o benefício deixa de ser gratuito, embora o programa continue disponível mediante pagamento por visita.

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✅ O que continua gratuito

Apesar da retirada do LoungeKey como benefício sem custo, o Bradesco manteve duas alternativas importantes:

🏢 Salas VIP próprias do banco

O titular segue com acesso gratuito e ilimitado às Salas VIP Bradesco Lounge, localizadas nos principais aeroportos do Brasil.

🌍 Visa Airport Companion (Dragon Pass)

O acesso gratuito e ilimitado ao programa Visa Airport Companion — operado pelo Dragon Pass — permanece ativo.

Esse programa oferece entrada em diversas salas VIP ao redor do mundo, muitas vezes nas mesmas redes ou com parceiros equivalentes ao LoungeKey.


🔎 O que muda na prática?

Em resumo:

  • ❌ O LoungeKey deixa de ser gratuito
  • ✅ Mantém acesso ilimitado às salas próprias do Bradesco
  • ✅ Mantém acesso ilimitado via Visa Airport Companion (Dragon Pass)

Na prática, o Aeternum perde um dos programas, mas mantém outro com cobertura internacional semelhante.


🎯 Estratégia do banco

A decisão é vista como uma estratégia de redução de custos e de alinhamento ao ecossistema da bandeira Visa.

Ao concentrar os acessos no Visa Airport Companion (Dragon Pass), o banco simplifica a operação e reduz despesas com múltiplos programas de salas VIP.


📌 Impacto para o cliente Aeternum

Para o público do Aeternum — cartão voltado à alta renda e segmento private — o impacto dependerá do perfil de uso:

  • Quem utiliza principalmente salas no Brasil → impacto praticamente nulo
  • Quem usa salas internacionais → pode continuar acessando via Dragon Pass
  • Quem preferia especificamente o LoungeKey → passará a pagar por visita

É importante verificar se as salas que você costuma utilizar estão disponíveis também no Visa Airport Companion.


📝 Conclusão

O Bradesco Aeternum Visa Infinite passa por uma mudança relevante em 2026, com o fim do LoungeKey gratuito. No entanto, o cartão mantém acesso ilimitado às salas próprias do banco e ao programa Visa Airport Companion (Dragon Pass).

A alteração reforça a tendência dos bancos de otimizar custos mantendo benefícios considerados estratégicos.

Informações baseadas em comunicados oficiais vigentes até o início de 2026.

BRB vai quebrar? Entenda o que está acontecendo após o caso Banco Master

Nos últimos dias, cresceu nas redes sociais a dúvida: o BRB vai quebrar? A pergunta ganhou força após novos desdobramentos envolvendo o chamado “caso Banco Master” e o pedido do ex-presidente do banco para prestar novo depoimento à Polícia Federal.

Mas afinal, existe risco real de quebra do banco? Veja o que se sabe até agora.


O que está acontecendo?

O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, solicitou à Polícia Federal um novo depoimento no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.

O caso envolve a aquisição, por parte do BRB, de cerca de R$ 12 bilhões em carteiras que posteriormente foram consideradas inexistentes. Durante as negociações, também houve tentativa de compra do Banco Master.

Segundo declarações já prestadas, o BRB teria:

  • Excluído R$ 51,2 bilhões em ativos e passivos na negociação;
  • Recusado cerca de R$ 5 bilhões em ativos após análise de risco e compliance;
  • Aplicado um deságio estimado em R$ 3 bilhões nas operações;
  • Conseguido repor aproximadamente R$ 10 bilhões com ativos substitutos.

O ex-presidente afirma que ainda há pontos a serem esclarecidos.


Isso significa que o BRB está quebrando?

Até o momento, não há qualquer anúncio oficial indicando risco de quebra do BRB.

É importante entender alguns pontos:

1️⃣ O BRB é um banco público

O Banco de Brasília é uma instituição controlada pelo Governo do Distrito Federal. Bancos públicos costumam ter respaldo institucional maior em situações de estresse financeiro.

2️⃣ O caso está sob investigação

O fato de haver investigação não significa insolvência. Trata-se de apuração sobre decisões estratégicas e possíveis irregularidades envolvendo ativos.

3️⃣ Não houve intervenção do Banco Central

Até agora, não existe intervenção, liquidação ou medida cautelar por parte do Banco Central do Brasil contra o BRB — algo que normalmente ocorre quando há risco sistêmico relevante.


Existe risco para correntistas?

Em qualquer banco autorizado a funcionar no Brasil, depósitos dentro do limite estabelecido contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), atualmente até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira.

Até o momento, não há sinalização de corrida bancária, bloqueio de saques ou problemas operacionais no BRB.


Por que o mercado ficou atento?

O alerta surgiu porque:

  • O valor envolvido na negociação é alto (bilhões de reais);
  • O tema envolve carteiras consideradas inexistentes;
  • Há desdobramentos na esfera policial.

Casos desse tipo geram preocupação reputacional e podem afetar temporariamente a confiança do mercado — mas isso não significa, automaticamente, insolvência.


O que observar daqui para frente?

Para avaliar qualquer risco real, é importante acompanhar:

  • Comunicados oficiais do BRB;
  • Eventuais manifestações do Banco Central;
  • Divulgação de balanços e indicadores de capitalização;
  • Desdobramentos da investigação.

Sem esses elementos apontando deterioração financeira estrutural, falar em “quebra” é precipitado.


Conclusão

Até o momento, não há confirmação ou indício oficial de que o BRB vá quebrar. O que existe é uma investigação envolvendo operações passadas relacionadas ao Banco Master.

O cenário exige acompanhamento, mas não há sinalização concreta de colapso financeiro.

Como sempre em momentos de incerteza, a melhor estratégia é buscar informações em fontes oficiais e evitar decisões baseadas apenas em boatos ou especulações de redes sociais.

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