{"id":445894,"date":"2025-07-02T11:20:34","date_gmt":"2025-07-02T14:20:34","guid":{"rendered":"https:\/\/mrnews.com.br\/index.php\/2025\/07\/02\/artistas-negras-discutem-impacto-colonial-na-temporada-franca-brasil\/"},"modified":"2025-07-02T11:20:34","modified_gmt":"2025-07-02T14:20:34","slug":"artistas-negras-discutem-impacto-colonial-na-temporada-franca-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mrnews.com.br\/index.php\/2025\/07\/02\/artistas-negras-discutem-impacto-colonial-na-temporada-franca-brasil\/","title":{"rendered":"Artistas negras discutem impacto colonial\u00a0na Temporada Fran\u00e7a-Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Por EBC, <\/p>\n<div>\n<p>\u201cImaginem, nesse mundo em que a gente vive, se tirar o samba, tirar a salsa, tirar o jazz, tirar o hip-hop, tirar o funk. Ser\u00e1 que a gente ainda estaria aqui?\u201d. \u00c9 com esse exerc\u00edcio, de pensar um mundo onde os ritmos e dan\u00e7as criados por pessoas negras n\u00e3o existem, que a core\u00f3grafa e artista visual Ana Pi come\u00e7a a explicar a um grupo de jornalistas o espet\u00e1culo <em>Atomic Joy \u2500<\/em>\u00a0em portugu\u00eas, <em>Alegria at\u00f4mica<\/em>. \u201cImagina se a gente tivesse decidido n\u00e3o dan\u00e7ar\u201d.<\/p>\n<p>No Brasil, a maior parte da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 negra \u2500\u00a055,5% se declararam pretos ou pardos no \u00faltimo Censo,\u00a0de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). E \u00e9 tamb\u00e9m a popula\u00e7\u00e3o que mais sofre viol\u00eancias, j\u00e1 que\u00a0ser uma pessoa negra no Brasil faz voc\u00ea enfrentar um risco 2,7 vezes maior de ser v\u00edtima de homic\u00eddio do que uma pessoa n\u00e3o negra, segundo o Atlas da Viol\u00eancia.\u00a0<\/p>\n<p>Como enfatizado por Ana Pi, \u00e9 tamb\u00e9m a popula\u00e7\u00e3o negra\u00a0a respons\u00e1vel por grande parte da produ\u00e7\u00e3o cultural, tanto no Brasil, como no mundo. O espet\u00e1culo idealizado por Ana\u00a0busca, ao mesmo tempo, a alegria e a batalha, a guerra\u00a0e a miudeza das vibra\u00e7\u00f5es, por meio das diversas dan\u00e7as de rua. A obra, que conta com oito dan\u00e7arinos, faz parte da programa\u00e7\u00e3o da Temporada Fran\u00e7a-Brasil.<\/p>\n<p><strong>&gt;&gt; Confira os destaques da\u00a0programa\u00e7\u00e3o da Temporada da Fran\u00e7a no Brasil<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=429435:medio_4colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><\/p>\n<p>    <!-- END scald=429435 --><\/div>\n<p><h6 class=\"meta\">A core\u00f3grafa e artista visual Ana Pi nasceu em Belo Horizonte e mora na Fran\u00e7a h\u00e1 14 anos\u00a0 <strong>Ana PI\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><!--END copyright=429435--><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<p>Ana Pi nasceu em Belo Horizonte, foi criada na capital mineira e em Salvador e\u00a0mora na Fran\u00e7a h\u00e1 14 anos. Ela \u00e9 pedagoga, bailarina, pesquisadora das dan\u00e7as urbanas e reconhecida internacionalmente pelo trabalho com imagem e coreografia. <em>Atomic Joy<\/em> \u00e9 o seu trabalho mais recente.\u00a0<\/p>\n<p>&gt;&gt; Siga o perfil da <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> no Instagram<\/p>\n<p>\u201cEm Paris, a diversidade de dan\u00e7as de rua \u00e9 muito importante. H\u00e1 muitos s\u00e9culos que Paris \u00e9 Paris e, para das dan\u00e7as de rua, Paris tamb\u00e9m \u00e9 Paris. \u00c9 a cidade que acolhe a maior batalha do mundo. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que <em>breakdance<\/em> passou a ser disciplina esportiva, com toda a complexidade que isso carrega, quando a cidade sediou os Jogos Ol\u00edmpicos\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 dados oficiais de quantas pessoas negras vivem na Fran\u00e7a, mas a estimativa \u00e9 que o pa\u00eds tenha a maior popula\u00e7\u00e3o negra da Europa, com mais de 60% de todos os europeus negros vivendo na Fran\u00e7a<\/strong>. De acordo com o Inqu\u00e9rito sobre Minorias e Discrimina\u00e7\u00e3o na Uni\u00e3o Europeia, da Ag\u00eancia da Uni\u00e3o Europeia para direitos fundamentais (FRA), 29% das pessoas negras entrevistadas no pa\u00eds disseram ter sofrido discrimina\u00e7\u00e3o nos 12 meses anteriores \u00e0 pesquisa, e 48%, nos 5 anos anteriores.<\/p>\n<p>A Fran\u00e7a foi respons\u00e1vel pela coloniza\u00e7\u00e3o de, pelo menos, 20 pa\u00edses africanos. Al\u00e9m disso, o\u00a0pa\u00eds europeu ainda mant\u00e9m o\u00a0que chama de territ\u00f3rios ultramarinos, que incluem Guadalupe, Martinica e\u00a0Guiana Francesa, na Am\u00e9rica Latina, cujas popula\u00e7\u00f5es s\u00e3o, em grande parte, negras.<\/p>\n<h2>Centro e periferias\u00a0<\/h2>\n<p>Foi na Fran\u00e7a, nos centros e nas periferias, nas \u00e1reas urbanas e rurais, que Ana Pi aprofundou, em diversas viagens, a pr\u00f3pria pesquisa e o contato com as dan\u00e7as de rua.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEssas dan\u00e7as, na verdade, s\u00e3o ferramentas de comunica\u00e7\u00e3o ancestrais que v\u00eam passando por um processo de sofistica\u00e7\u00e3o ao redor do mundo, unindo as pessoas ao redor do mundo\u201d, diz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ana Pi se prop\u00f5e a trazer para os teatros tanto dan\u00e7arinos quanto dan\u00e7as moldadas pelas ruas, evidenciando que a arte n\u00e3o est\u00e1 apenas nos espa\u00e7os formais, mas em cada esquina, em cada quebrada.<\/p>\n<p>Segundo a artista, espet\u00e1culo <em>Atomic Joy<\/em> fala tamb\u00e9m de batalhas. Batalhas individuais, coletivas e tamb\u00e9m\u00a0batalhas de dan\u00e7a, t\u00e3o comuns quando se trata das dan\u00e7as de rua. \u201c\u00c9 um lugar de encontro que parece uma competi\u00e7\u00e3o, mas, na verdade, \u00e9 uma troca de informa\u00e7\u00e3o num grande n\u00edvel de exig\u00eancia\u201d, define.<\/p>\n<p>No espet\u00e1culo, Ana Pi quer falar da alegria, mas uma alegria, como ela mesma diz, amoral, afinal, \u201cquem faz maldade por a\u00ed est\u00e1 muito alegre tamb\u00e9m, n\u00e9? Ent\u00e3o, dentro dessa tens\u00e3o do que \u00e9 alegria, tem a palavra resist\u00eancia\u201d, diz.<\/p>\n<p>J\u00e1 o at\u00f4mico, que vem inicialmente para associar a alegria \u00e0 guerra, a uma bomba at\u00f4mica, depois, ao longo do processo criativo ganha outros contornos. \u201cQuando a gente vai diminuindo, diminuindo, at\u00e9 ficar bem pequenininho, esse \u00e9 o at\u00f4mico tamb\u00e9m. A palavra \u00e1tomo veio para trazer para a alegria uma dimens\u00e3o menos bomb\u00e1stica, mas mais \u00ednfima, mais t\u00eanue, mais fr\u00e1gil, mais simples, pequena e humilde\u201d.<\/p>\n<h2>Da Fran\u00e7a para o Brasil<\/h2>\n<p>Se foi na Fran\u00e7a que Ana Pi encontrou semelhan\u00e7as com o Brasil e aprofundou as pr\u00f3prias pesquisas, foi no Brasil que a escultora e artista multidisciplinar francesa Beya Gille Gacha\u00a0encontrou mais informa\u00e7\u00f5es sobre as pr\u00f3prias origens. Ela nasceu em Paris, a m\u00e3e \u00e9 do Camar\u00f5es, e o pai, franc\u00eas. Gacha faz parte do projeto Oceano Negro, que promover\u00e1, entre outras a\u00e7\u00f5es, uma resid\u00eancia art\u00edstica em Salvador, como parte da Temporada Fran\u00e7a-Brasil.\u00a0<\/p>\n<p>Gacha conta que conheceu o Brasil tamb\u00e9m em uma resid\u00eancia art\u00edstica, em Itaparica, na Bahia, promovida pelo Instituto Sacatar. A resid\u00eancia a marcou profundamente. Ela diz que viveu ali um cuidado que a permitiu voltar a criar, a\u00a0inventar novas pe\u00e7as e ter um espa\u00e7o para se reinventar e se reimaginar.<\/p>\n<p>Durante a resid\u00eancia, ela sonhou com dois continentes que se aproximavam, e Camar\u00f5es estava no meio. Sentiu que era para a cidade de origem da m\u00e3e que precisava ir. At\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o tinha entendido por que. Um tempo depois, em uma conversa, em uma exposi\u00e7\u00e3o, quando contava a experi\u00eancia no Brasil, perguntaram se ela conhecia o Porto de Bimbia. Ela n\u00e3o conhecia, mas entendeu que precisava fazer uma visita. O porto, nos Camar\u00f5es, foi ponto de partida de muitos africanos escravizados para a Europa e Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>\u201cHoje, \u00e9 um pouco dif\u00edcil o acesso. Cheguei na frente de pain\u00e9is, onde havia anotado alguns lugares de \u2018expedi\u00e7\u00e3o de seres humanos\u2019. E estava escrito Brasil, Brasil, Brasil [Como destino das viagens que deixaram o porto com pessoas escravizadas]. Eu ca\u00ed sentada\u201d, conta. Ela entendeu, ent\u00e3o, a liga\u00e7\u00e3o que tinha com o Brasil.<\/p>\n<p>Segundo a artista, existe uma amn\u00e9sia de ambos os lados: os descendentes de africanos, tanto os que foram levados quanto os que ficaram em \u00c1frica, desconhecem as pr\u00f3prias origens.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cExiste uma amn\u00e9sia dos dois lados, que \u00e9 muito violenta que foi imposta \u00e0s pessoas deportadas e tamb\u00e9m uma amn\u00e9sia nos Camar\u00f5es. Ningu\u00e9m sabe que pessoas dos Camar\u00f5es foram embora [traficadas como escravizadas]\u201d, diz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Camar\u00f5es re\u00fane povos de mais de 200 etnias. Desde os anos 1470, a regi\u00e3o foi ocupada por portugueses, alem\u00e3es, ingleses e franceses. Apenas em 1961 conquistou a independ\u00eancia, unificando a por\u00e7\u00e3o francesa e a inglesa. Com tantos povos unidos em um pa\u00eds por acordos europeus, \u00e9 dif\u00edcil saber ao certo a pr\u00f3pria origem. Praticante de vudu, religi\u00e3o originalmente africana, Gacha conta que encontrou no Brasil elementos dela que n\u00e3o via mais em Camar\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Gacha \u00e9 uma das artistas de <em>Little Africa Village<\/em>, espa\u00e7o de arte contempor\u00e2nea criado e formado por mulheres afrodescendentes, localizado no bairro de cultura africana Pequena \u00c1frica, em Paris. \u00c9 reconhecida internacionalmente, e seus trabalhos fazem parte das cole\u00e7\u00f5es do Banco Mundial e do Museu Nacional Smithsonian de Arte Africana, em Washington, nos Estados Unidos.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=429434:cheio_8colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><\/p>\n<p>    <!-- END scald=429434 --><\/div>\n<p><h6 class=\"meta\"><!--copyright=429434-->Espet\u00e1culo<em> Atomic Joy<\/em>, de Ana Pi\u00a0<strong>Atomic Joy\/Ana Pi\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><!--END copyright=429434--><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<h2>Oceano Negro<\/h2>\n<p>Com o projeto Oceano Negro, no segundo semestre deste ano, ela volta a Itaparica. Dessa vez, promovendo ela mesma uma resid\u00eancia art\u00edstica voltada para mulheres, junto com outras artistas.\u00a0Por dois meses, elas ficar\u00e3o imersas em trocas entre si e com o ambiente.\u00a0<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um projeto que foi gerado com a ideia de que raramente temos os espa\u00e7os de cria\u00e7\u00e3o que s\u00e3o valorizados e apresentados como espa\u00e7os de cuidado. Eles s\u00e3o necess\u00e1rios aos artistas. Fala-se pouco das resid\u00eancias, n\u00e3o se sabe para que servem as resid\u00eancias de artistas. A resid\u00eancia serve para renascer, criar, descobrir. Dependendo da resid\u00eancia, permite tamb\u00e9m a concentra\u00e7\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>A artista brasileira Fabiana Ex-Souza, que vive em Paris desde 2010, tamb\u00e9m faz parte do grupo de artistas de <em>Little Africa Village<\/em> que ir\u00e1 promover a resid\u00eancia art\u00edstica. Segundo ela, o encontro entre pessoas de diferentes origens, no Brasil, poder\u00e1 criar muitas conex\u00f5es.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO Brasil funciona para muitos da di\u00e1spora quase como um santu\u00e1rio, porque dentro dessa nossa luta, a gente a gente preservou muita coisa que na \u00c1frica, em si, foi sendo perdida pelas hist\u00f3rias das coloniza\u00e7\u00f5es que foram acontecendo sucessivamente. Ent\u00e3o, o Brasil conservou muito\u00a0dessa \u00c1frica\u201d, diz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Ela complementa: \u201cTem essa coisa de ir para \u00c1frica para encontrar, mas tamb\u00e9m tem uma coisa da \u00c1frica que vem para a gente para se encontrar. Ent\u00e3o, eu acho que esse Oceano Negro mesmo \u00e9 um local de encontro.\u00a0Principalmente para n\u00f3s todas, vai ser esse local de encontro, onde cada pr\u00e1tica vai tentar se aliar e tentar criar essas novas formas de conjurar novos locais de experi\u00eancia sens\u00edvel para o mundo\u201d.<\/p>\n<p>Em busca da pr\u00f3pria hist\u00f3ria, ela acrescentou o Ex no sobrenome. Fabiana conta que o nome Souza, de origem portuguesa, provavelmente veio at\u00e9 a fam\u00edlia dela por conta da escravid\u00e3o. As pessoas escravizadas que chegavam ao Brasil recebiam novos nomes e eram obrigadas a deixar a pr\u00f3pria hist\u00f3ria para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo que queria assumir o controle sobre a pr\u00f3pria trajet\u00f3ria, Fabiana n\u00e3o queria romper o v\u00ednculo com aqueles que vieram antes dela e que carregaram tamb\u00e9m o Souza.<\/p>\n<p>\u201cO Ex foi uma maneira, para mim, de criar um espa\u00e7o entre esse nome que eu recebi,\u00a0que eu herdei dessa coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil, e uma maneira de come\u00e7ar a pensar esse espa\u00e7o como um espa\u00e7o de descoloniza\u00e7\u00e3o mental, espiritual, sem necessariamente mud\u00e1-lo\u201d, diz.<\/p>\n<h2>Temporada Fran\u00e7a-Brasil<\/h2>\n<p>A temporada 2025 foi acordada em 2023, pelos presidentes Luiz In\u00e1cio Lula da Silva e Emmanuel Macron. O objetivo \u00e9 fortalecer a rela\u00e7\u00e3o bilateral entre os dois pa\u00edses, principalmente por meio da cultura. No primeiro semestre deste ano, ocorreu a Temporada Brasil-Fran\u00e7a, ou seja, a programa\u00e7\u00e3o brasileira em solo franc\u00eas. Agora, no segundo semestre, \u00e9 a vez da Temporada Fran\u00e7a-Brasil, elaborada pela Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Os temas priorit\u00e1rios da temporada s\u00e3o: a diversidade de sociedades e di\u00e1logo com \u00c1frica; democracia e Estado de direito; e\u00a0clima e transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. A programa\u00e7\u00e3o, que ocorre de agosto a dezembro, ser\u00e1 distribu\u00edda entre 15 cidades brasileiras: S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Bel\u00e9m, Salvador, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, S\u00e3o Lu\u00eds, Teresina, Jo\u00e3o Pessoa e Macap\u00e1.<\/p>\n<p>Entre os dias 17 e 24 de maio, a <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> esteve em Paris para conhecer um pouco da programa\u00e7\u00e3o, a convite do Instituto Franc\u00eas, vinculado ao Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros da Fran\u00e7a, respons\u00e1vel pela programa\u00e7\u00e3o do segundo semestre.<\/p>\n<p><em>*A rep\u00f3rter viajou \u00e0 Paris a convite do Instituto Franc\u00eas.<\/em><\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por EBC, \u201cImaginem, nesse mundo em que a gente vive, se tirar o samba, tirar a salsa, tirar o jazz, tirar o hip-hop, tirar o funk. 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