Por EBC,
Em cerimônia realizada na noite desta quarta-feira (8) no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) eternizou cinco grandes ídolos olímpicos em seu Hall da Fama. Os homenageados foram Alex Welter e Lars Björkström, da vela, Ricardo Santos e Emanuel Rego, do vôlei de praia, e Oscar Schmidt, do basquete.
Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro, foi primeiro homenageado da noite. O Mão Santa, que é o recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
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O Hall da Fama do COB teve uma novidade nesta edição, a inauguração das categorias de duplas e equipes, que reconhecem o fato de que muitos dos maiores feitos olímpicos são construídos por trabalho conjunto.
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O Hall da Fama 2026 do COB celebrou o legado de atletas que fizeram história pelo país. As duplas Alex Welter e Lars Björkström, da vela; e Ricardo e Emanuel, do vôlei de praia; e a lenda do basquete Oscar Schmidt.
📸 Alexandre Loureiro/COB… pic.twitter.com/9rqyooYeZH
— Time Brasil (@timebrasil) April 9, 2026
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E os primeiros homenageados foram Alex Welter e Lars Björkström, que, nos Jogos de Moscou (1980), conquistaram a medalha de ouro na classe tornado, feito que encerrou um jejum de 24 anos sem títulos olímpicos do Brasil desde o bicampeonato de Adhemar Ferreira da Silva, em 1956.
Os últimos homenagens da noite foram Ricardo Santos e Emanuel Rego, uma das parcerias mais marcantes da história do vôlei de praia. Campeões mundiais em Copacabana, em 2003, medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e de bronze em Pequim (2008), a dupla também construiu uma carreira vitoriosa no Circuito Mundial e no Circuito Brasileiro.
“Nossos heróis olímpicos receberam hoje, no icônico Copacabana Palace, o justo reconhecimento por nos ajudarem a construir a história do esporte brasileiro, passarão a integrar o nosso Hall da Fama. Nossa Nação Esportiva não se constrói apenas com resultados presentes. Ela se molda também com memória, com respeito ao passado e com a valorização daqueles que abriram caminhos e que sempre vão inspirar gerações. Preservar essas histórias é preservar a essência do movimento olímpico brasileiro e fortalecer o caminho que queremos seguir. O Hall da Fama cumpre exatamente essa missão”, declarou o presidente do COB, Marco La Porta.